Área Restrita

Área Restrita para acesso dos nossos clientes.


Acesso ao Webmail

área restrita   |   webmail

Saiba quais são os custos diretos dos impostos indiretos

Cotações e Índices

Moedas - 26/02/2020 08:20:15
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 4,387
  • 4,390
  • Paralelo
  • 4,360
  • 4,610
  • Turismo
  • 4,220
  • 4,570
  • Euro
  • 4,775
  • 4,779
  • Iene
  • 0,040
  • 0,040
  • Franco
  • 4,500
  • 4,504
  • Libra
  • 5,672
  • 5,677
  • Ouro
  • 232,000
  •  
Mensal - 03/12/2019
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • -0,05
  • 0,04
  • Ipc/Fipe
  • -
  • 0,16
  • Ipc/Fgv
  • -
  • -0,09
  • Igp-m/Fgv
  • -0,01
  • 0,68
  • Igp-di/Fgv
  • 0,50
  • 0,55
  • Selic
  • 0,46
  • 0,48
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -

Obrigações Tributárias do Dia

  • 26/Fevereiro/2020
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
O que você achou do nosso novo site?
Ótimo
Bom
Regular

Estudo mostra que profissionais perdem até 60% do expediente com atualizações das regras fiscais - tempo que poderia ser gasto com a análise de dados para a tomada de decisões estratégicas

Dentre as atribuições de executivos responsáveis pela área fiscal de suas empresas a mais complexa é a gestão de impostos indiretos. É o que mostra um estudo da Thomson Reuters, realizado com 39 líderes da área de impostos de grandes companhias. 

Questionados sobre os principais desafios das empresas para as quais trabalham, 89% dos entrevistados apontaram a gestão dos impostos indiretos como a tarefa mais difícil de ser executada. 

Além de onerosa por envolver a necessidade de softwares e pessoas qualificadas para lidar com a complexidade de normas, a gestão do pagamento dos chamados impostos indiretos leva tempo. 

De acordo com o levantamento, 25% dos entrevistados afirmaram perder entre 40% e 60% do tempo de trabalho com atualizações das regras fiscais, o que poderia ser gasto com a análise de dados para a tomada de decisões mais estratégicas. 

São chamados de impostos indiretos todos os tributos que de alguma forma são repassados aos preços de produtos e serviços de uma empresa.

Em geral, são mais complexos no cálculo, forma de apuração e incidência. O principal deles, nesse quesito, é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), que é estadual e, portanto, sujeito a diversas regras estabelecidas por cada Estado.

O segundo mais trabalhoso é o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de responsabilidade da União, menos suscetível a alterações, mas com uma infinidade de alíquotas que variam de acordo com a classificação fiscal do produto e, em terceiro lugar, o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência municipal, e que gera menos trabalho para as empresas. 

Na opinião da advogada Vanessa Cardoso, do escritório De Vivo, Whitaker e Castro Advogados, de fato, gerenciar o pagamento desses tributos não é uma tarefa fácil para as empresas do Lucro Real ou Presumido.

Uma empresa com atividades em todo o Brasil, por exemplo, deverá conhecer e acompanhar a legislação do ICMS dos 26 estados e do Distrito Federal. 

Não sem razão, as grandes empresas costumam ter departamentos específicos e equipes robustas só para cuidar da gestão, geralmente realizada por sofisticados sistemas.

“Quanto mais preparada estiver a empresa em gestão tributária, menores são as chances de autuações fiscais e pagamentos de multas milionárias por erros na informação. Portanto, é melhor investir na prevenção, e em sistemas de gestão e pessoal especializado", recomenda.

De acordo com a pesquisa realizada pela Thomson, 90% dos entrevistados afirmaram que as empresas para as quais trabalham contam com o ERP (Enterprise Resource Planning), um sistema de informática responsável por cuidar de todas as operações diárias de uma empresa.

Trata-se de um conjunto de softwares, divididos em módulos, que gerencia o negócio de forma a integrar todos os setores da organização, facilitando o fluxo de informações, resultando em um banco de dados coeso e organizado. O valor do investimento em um sistema como esse depende das necessidades de cada empresa. 

SIMPLES

Embora as empresas optantes do Simples Nacional não tenham grandes problemas com a burocracia envolvida com os impostos indiretos devido à simplificação e ao fato das alíquotas dos impostos estarem unificadas, o uso de um bom sistema ERP as colocaria em posição privilegiada em termos de gestão financeira e fiscal de forma geral. 

Por conta dos custos envolvidos na implantação e manutenção de um sistema customizado e integrado, boa parte das empresas do Simples utilizam os chamados softwares de prateleira, que são padronizados, ou sistemas gratuitos.

Mas a depender do porte da companhia, da quantidade de itens produzidos ou comercializados, o uso de um sistema feito sob medida e de acordo com as necessidades da empresa aumentaria o controle das informações e atualizações das regras fiscais.

"Seria o mundo ideal se todas pudessem ter acesso a um bom sistema de gestão", afirma Elvira de Carvalho, consultora tributária da King Contabilidade.  

Fonte: fenacon.org.br

Site desenvolvido pela TBrWeb (XHTML / CSS)
Escritório Contábil Atual  |  Rua Doutor Campos, 241, Centro - Cerquilho SP  |  Fone 15. 3284 1766  |  Fax 3284 3323